"Frequentemente, o setor é submetido a posicionamentos e questionamentos que em nada dialogam com a realidade."
Apesar do papel central que exercem na formação profissional e no desenvolvimento econômico do Brasil, as instituições privadas de educação superior parecem não ter direito a um minuto de paz. Frequentemente, o setor é submetido a posicionamentos e questionamentos que em nada dialogam com a realidade. O episódio mais recente consiste em um levantamento feito pela Faculdade de Medicina da USP (FMUSP), e publicado na Folha de S. Paulo, que se desdobra em uma crítica contundente à abertura de 77 novos cursos de Medicina nos últimos dois anos.
Com base em dados obtidos por meio da Lei de Acesso à Informação (LAI), o estudo mapeou as autorizações de abertura de processos de novos cursos de Medicina concedidas por decisões do Supremo Tribunal Federal (STF). A judicialização foi o recurso encontrado pelas instituições privadas de educação superior tendo em vista que, desde 2018, novas autorizações (já restritas a editais do Programa Mais Médicos) foram submetidas à moratória pelo Ministério da Educação (MEC). Mesmo com o fim da suspensão, em 2023, até hoje nenhuma nova graduação foi liberada pelo trâmite regular da pasta.
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