A divulgação dos resultados do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) de forma descontextualizada e marcada por inconsistências desencadeou uma onda de discursos acalorados e interpretações equivocadas, muitas delas orientadas por interesses corporativistas, em detrimento do bem público e do compromisso efetivo com a qualidade da formação médica no país.
O exemplo mais evidente está nos posicionamentos do Conselho Federal de Medicina (CFM), que, ao longo dos anos, tem buscado reiteradamente extrapolar suas atribuições legais e avançar sobre o campo da formação acadêmica, competência exclusiva do Ministério da Educação (MEC), conforme estabelece a Constituição Federal de 1988.
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