IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz
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IA na educação exige política de Estado para garantir soberania tecnológica e formação crítica, defende Janguiê Diniz

Por: Limeira Atualidades
15 de Mai de 2026

A submissão à consulta pública das Diretrizes Orientadoras para a Utilização da Inteligência Artificial na Educação Brasileira, pelo Conselho Nacional de Educação (CNE), representa um passo importante, ainda que inicial, na construção de uma política educacional sobre inteligência artificial no país. O documento parte da premissa acertada de que a IA não pode mais ser tratada como um fenômeno periférico, tampouco como mera curiosidade tecnológica. Afinal, ela já está reorganizando a produção do conhecimento, as formas de aprendizagem, os modelos de avaliação e a gestão acadêmica, além da percepção contemporânea sobre formação humana. 

 

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