É legítimo buscar a melhoria da qualidade e da credibilidade dos cursos, mas isso não pode ser feito às custas da inclusão
Desde que foi divulgada, em meados de maio, a nova regulamentação da educação a distância( EAD) tem dominado os debates do setor privado de ensino superior.
Proibição expressa da oferta de cinco cursos no formato, fim do compartilhamento de polos por diferentes instituições e definição de presencialidade mínima estão entre os temas que ganharam os holofotes nas últimas semanas. Contudo, pouco tem sido debatido sobre um aspecto central: os impactos financeiros decorrentes das novas regras.
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