Desde que foi divulgada, a nova regulamentação da educação a distância (EAD) tem dominado os debates do setor privado de ensino superior.
Proibição expressa da oferta de cinco cursos no formato, fim do compartilhamento de polos por diferentes instituições e definição de presencialidade mínima estão entre os temas que ganharam os holofotes nas últimas semanas. Contudo, pouco tem sido debatido sobre um aspecto central: os impactos financeiros decorrentes das novas regras.
Com o objetivo de jogar luz sobre esse ponto, a Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES) convidou o analista de Equity Research do Bradesco BBI, Marcio Osako, para participar do seminário Novo Marco da EAD: Perspectivas, Desafios e Caminhos, realizado na última terça-feira, 10 de junho.
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