A divulgação dos resultados da edição inaugural do Exame Nacional de Avaliação da Formação Médica (Enamed) trouxe à tona uma série de questionamentos legítimos sobre a metodologia adotada pelo Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) e pelo Ministério da Educação (MEC). O debate diz respeito à coerência técnica do instrumento, à previsibilidade regulatória e à compatibilidade com o Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (Sinaes), que há duas décadas orienta as políticas públicas para o setor.
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