Ninguém tem dúvida de que as eleições de outubro já começaram há algum tempo, mas nos últimos dias esse cenário ficou ainda mais evidente com a saída de vários ministros para cumprir o prazo de desincompatibilização necessário para a disputa de cargos eletivos. Quase toda a Esplanada ganhou novos titulares, e no Ministério da Educação não foi diferente. Saiu Camilo Santana, assumiu Leonardo Barchini.
A escolha pelo ex-secretário-executivo da pasta mostra-se um grande acerto em um contexto que exige estabilidade, continuidade administrativa e capacidade de execução diante de um calendário apertado e de uma agenda densa de entregas. Barchini traz consigo um perfil técnico consolidado ao longo de sua trajetória no próprio MEC e na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes).
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