A aprovação, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) , da proposta que cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) foi um retrocesso.
A aprovação, na Comissão de Assuntos Sociais (CAS) do Senado Federal, da proposta que cria o Exame Nacional de Proficiência em Medicina (Profimed) foi um retrocesso no debate que há anos mobiliza o setor educacional, os profissionais de saúde e os órgãos de regulação. O tema é sensível porque incide diretamente no futuro de milhares de estudantes que dedicam seis anos de suas vidas à graduação em Medicina e que, caso reprovados no exame, poderão ser impedidos de exercer a profissão para a qual se prepararam.
O ponto central defendido tanto pelo setor privado de educação superior quanto por órgãos relacionados à matéria, como o Ministério da Educação (MEC) e o Ministério da Saúde, reside no fato de que a adoção de um exame dessa natureza desloca a responsabilidade da avaliação institucional para um único instrumento, aplicado ao final do curso, cujos impactos recaem sobre o recém-graduado, sem desdobramentos para a instituição responsável pela formação.
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