Nas últimas semanas, o Brasil recebeu um retrato cru da própria desigualdade. O Atlas da Mobilidade Social, iniciativa do Instituto Mobilidade e Desenvolvimento Social (IMDS) em parceria com o Prospera Lab, revelou que, entre os filhos das famílias que compõem os 25% mais pobres do país, apenas 1,58% consegue concluir o ensino superior. Na outra ponta, entre os 25% mais ricos, esse índice sobe para 37,77%. A distância entre os dois grupos é de quase 24 vezes, um abismo que retrata como a origem familiar ainda determina o destino de milhões de brasileiros.
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